O motor turbofan WS-10, batizado de Taihang em homenagem a uma cordilheira chinesa, consolidou-se como um marco na estratégia de defesa do país ao completar duas décadas de desenvolvimento. A tecnologia permitiu que a China alcançasse independência na fabricação de sistemas de propulsão para suas aeronaves militares, equipando caças de quarta geração como o J-10C e o J-11B. Antes da implementação bem-sucedida deste projeto, o país enfrentava desafios significativos devido à dependência de componentes estrangeiros. A capacidade de produzir motores de alto empuxo internamente não apenas fortalece a soberania tecnológica chinesa, mas também posiciona a nação como uma potência aérea moderna, capaz de sustentar sua frota de combate com soluções próprias e maior autonomia estratégica frente a sanções ou restrições internacionais de fornecimento.
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