Diante da crescente expansão da frota chinesa, a Marinha dos Estados Unidos busca alternativas para acelerar a modernização de seus navios de guerra. O governo propôs um investimento de US$ 1,85 bilhão para explorar a terceirização do design e da construção de fragatas e destróieres para aliados estratégicos, como Coreia do Sul e Japão. A medida visa superar gargalos produtivos internos que limitam a capacidade naval americana. Contudo, a iniciativa enfrenta forte resistência política e protecionista no país, onde críticos defendem a manutenção da soberania industrial na defesa. A disparidade no tamanho das frotas é considerada por analistas uma vulnerabilidade estratégica significativa para Washington, tornando a cooperação internacional um tema central no debate sobre a segurança marítima global sob a gestão de Donald Trump.
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