Durante o Diálogo de Shangri-La, em Cingapura, o ministro da Defesa do Japão, Shinjiro Koizumi, rejeitou as críticas sobre um suposto ressurgimento do militarismo japonês. Em resposta, Koizumi destacou a adesão do país às normas internacionais e contra-argumentou apontando a falta de transparência na rápida expansão das forças armadas chinesas. O debate ocorre em um momento de deterioração das relações bilaterais, exacerbado por divergências sobre a segurança de Taiwan e pela recente revisão das políticas de exportação de defesa pelo governo japonês, que agora permite a venda de armamentos a outros países. A ausência do ministro da Defesa da China, Dong Jun, no fórum pelo segundo ano seguido sublinha o distanciamento diplomático entre as duas potências asiáticas, cujas tensões regionais continuam a ser um ponto central de instabilidade geopolítica no Indo-Pacífico.
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