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Confrontos na final da Champions League deixam um morto e 800 presos

Distúrbios após a vitória do PSG na Champions League resultaram em uma morte, centenas de feridos e cerca de 800 prisões em 15 cidades francesas.

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Foto: BBC World
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31/05 às 08:01 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • Aproximadamente 800 pessoas foram detidas pelas autoridades francesas durante os distúrbios em 15 cidades do país.
  • Uma pessoa morreu em um acidente de trânsito e outra foi esfaqueada durante as comemorações do título.
  • O saldo total de feridos atingiu 219 pessoas, incluindo policiais atacados com fogos de artifício.
  • Torcedores atearam fogo em veículos, vandalizaram lojas e tentaram invadir uma delegacia em Paris.
  • O governo mobilizou cerca de 6 mil policiais para conter a violência na região da Champs-Élysées e arredores do Parc des Princes.
  • O ministro do Interior, Laurent Nuñez, classificou os atos de vandalismo como inaceitáveis e confirmou o controle da situação.
  • A final da competição ocorreu em Budapeste, onde o Paris Saint-Germain derrotou o Arsenal nos pênaltis.

A celebração da vitória do Paris Saint-Germain sobre o Arsenal na final da Champions League, realizada em Budapeste, foi marcada por uma onda de violência generalizada na França. Em 15 cidades francesas, os distúrbios resultaram em cerca de 800 prisões e 219 feridos, incluindo 57 agentes de segurança. Além do óbito registrado em um acidente de trânsito, as autoridades confirmaram que uma pessoa foi esfaqueada. O cenário de instabilidade incluiu ataques diretos às forças policiais com fogos de artifício, vandalismo a lojas, incêndio de veículos e tentativas de invasão a uma delegacia em Paris. As celebrações, que inicialmente reuniram multidões em clima festivo, escalaram rapidamente para confrontos diretos entre torcedores e as forças de segurança na capital francesa.

O episódio evidenciou falhas críticas no controle de multidões, reacendendo debates sobre a eficácia do planejamento de segurança em grandes eventos esportivos, especialmente após episódios similares registrados no ano anterior. Para conter a desordem, o governo reforçou o policiamento com quase 6 mil agentes. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, classificou os atos como inaceitáveis e afirmou que a situação foi controlada após a operação policial intensiva.

A escala dos confrontos coloca em xeque os protocolos atuais, levantando questionamentos sobre a capacidade do Estado em prevenir o vandalismo e garantir a integridade física dos cidadãos em celebrações de grande porte. O evento esportivo, que deveria ser um marco de celebração para os torcedores parisienses, terminou manchado por episódios de violência urbana que exigiram uma resposta enérgica das autoridades para restaurar a ordem pública nas ruas de Paris e outras localidades afetadas.

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