Estudo do Goldman Sachs indica que o sucesso ou a organização da Copa do Mundo não geram o impulso econômico esperado para a economia britânica.
Um novo relatório divulgado pelo Goldman Sachs desafia a percepção comum de que o sucesso no futebol ou a organização da Copa do Mundo trazem benefícios econômicos imediatos para os países envolvidos. Enquanto grandes nações do esporte costumam registrar um impulso em suas métricas macroeconômicas durante o torneio, o banco aponta que a Inglaterra não segue essa tendência. Segundo a análise, o país não experimenta um crescimento significativo ao sediar ou participar da competição, contrariando a expectativa de que o desempenho esportivo se converta automaticamente em ganhos financeiros. A conclusão do Goldman Sachs destaca que a relação entre o sucesso nas quatro linhas e a economia nacional é complexa e não pode ser generalizada, colocando a Inglaterra como um caso isolado onde o impacto econômico positivo não se concretiza conforme o esperado.
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