O bilionário Ken Griffin, CEO da Citadel, reviu sua posição cética em relação à inteligência artificial após constatar avanços práticos da tecnologia dentro de sua própria empresa. O executivo, que anteriormente classificava a IA como ineficiente, afirmou ter ficado impressionado e preocupado com a velocidade com que a ferramenta realiza pesquisas financeiras complexas, reduzindo para poucas horas um trabalho que exigia semanas de dedicação de especialistas. A mudança de percepção de Griffin reflete um movimento mais amplo no mercado financeiro, onde a automação começa a impactar cargos de alta qualificação. Segundo o CEO, a tecnologia não apenas otimiza processos, mas altera a estrutura do mercado de trabalho, tornando a capacidade de aprendizado contínuo o diferencial mais relevante para os profissionais que buscam se manter competitivos diante da rápida evolução da IA.
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