Especialistas alertam que o excesso de trabalho não protege contra demissões impulsionadas pela automação e pode causar esgotamento profissional.
A crescente integração da inteligência artificial no ambiente corporativo tem alterado a dinâmica de trabalho, levando muitos profissionais a estenderem suas jornadas na tentativa de manter a relevância. No entanto, especialistas apontam que o aumento das horas extras não oferece garantia de estabilidade, uma vez que a automação se tornou um fator central na reestruturação de grandes empresas, como a Meta. Pesquisas indicam que a maioria dos executivos planeja reduzir seus quadros de funcionários nos próximos dois anos, priorizando a eficiência tecnológica sobre o volume de horas trabalhadas. Além da falta de segurança, o cenário de sobrecarga tem gerado altos índices de esgotamento profissional. A recomendação de especialistas é que os colaboradores estabeleçam limites realistas e monitorem o uso do tempo, visto que o desgaste mental compromete tanto a saúde do indivíduo quanto a produtividade esperada pelas organizações.
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