As Filipinas assumiram a presidência da ASEAN em um momento de instabilidade global acentuada. A gestão de Ferdinand Marcos Jnr prioriza a diplomacia regional e o avanço da economia digital, mas enfrenta obstáculos imediatos decorrentes dos conflitos no Oriente Médio. Após os ataques envolvendo EUA, Israel e Irã em fevereiro de 2026, a instabilidade no Estreito de Ormuz tornou-se uma preocupação central para Manila. Como o país depende fortemente do petróleo que transita por essa rota, a interrupção no fornecimento coloca em risco a estabilidade econômica nacional. O desafio da presidência filipina será conciliar as metas de integração do bloco asiático com a necessidade urgente de mitigar os impactos da crise energética global, exigindo uma manobra diplomática cautelosa para proteger os interesses nacionais e regionais diante da volatilidade internacional.
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