Shi Yongxin, ex-líder do Templo Shaolin, foi sentenciado por peculato e suborno, encerrando um longo processo judicial de alto impacto cultural.
O ex-abade do Templo Shaolin, Shi Yongxin, foi sentenciado a 24 anos de prisão por um tribunal chinês após ser considerado culpado por peculato e aceitação de subornos. A decisão, confirmada pela agência estatal Xinhua, inclui uma multa de 3,5 milhões de yuans. O caso, que marca o fim de um longo processo judicial, gerou ampla repercussão devido à importância histórica e religiosa do monastério, mundialmente conhecido como o berço do kung fu. A condenação de uma figura tão emblemática reflete os esforços contínuos das autoridades chinesas em investigar irregularidades financeiras em instituições de grande visibilidade pública. Shi Yongxin, que por décadas foi o rosto do templo, enfrenta agora as consequências legais de sua administração, encerrando um período de controvérsias que cercava sua gestão à frente da instituição.
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