A petroleira Brava deu um passo importante para concretizar a venda de seu controle para a estatal colombiana Ecopetrol. A companhia obteve o consentimento prévio dos debenturistas da 4ª emissão da Enauta, um movimento essencial para viabilizar a operação vinculada à Oferta Pública de Aquisição de Ações (OPA) lançada em 25 de maio de 2026. Apesar deste avanço, a transação ainda depende da anuência dos detentores de títulos de outras duas emissões, herdadas da antiga 3R Petroleum e da própria Enauta. Como assembleias anteriores não atingiram o quórum necessário, a Brava planeja convocar novas reuniões para garantir a aprovação e evitar o vencimento antecipado das dívidas. A conclusão deste processo é fundamental para a reestruturação societária da companhia e para a consolidação do negócio com a Ecopetrol no setor de óleo e gás.
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