Aiden Daniel Cuevas, um neonazista residente no Alabama, foi formalmente acusado de planejar o assassinato de um jornalista que realizava a cobertura de suas atividades extremistas. Segundo depoimentos de autoridades policiais, o suspeito buscava organizar uma unidade paramilitar voltada para ataques contra alvos de alto valor. O plano foi interceptado após o indivíduo discutir a execução do crime, utilizando linguagem codificada, durante conversas com um policial disfarçado em novembro de 2024. O episódio reforça a preocupação crescente com a segurança de profissionais de imprensa nos Estados Unidos, que têm se tornado alvos frequentes de retaliação por parte de grupos radicais. A investigação destaca a periculosidade de células extremistas que buscam transitar do discurso de ódio para a violência física planejada contra membros da sociedade civil e da mídia.
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