Chefe do GCHQ alerta para 'janela que se estreita' diante das ameaças de China e Rússia
Anne Keast-Butler acusa Moscou de atividade híbrida diária e diz que agência incorporará agentes de IA à defesa cibernética.
Pontos principais
- Diretora do GCHQ, Anne Keast-Butler, alertou que o país e seus aliados têm uma 'janela que se estreita' diante das ameaças tecnológicas de Rússia e China
- Acusou Moscou de 'intensificar a atividade híbrida diária' contra infraestrutura crítica e processos democráticos
- Classificou a China como 'uma superpotência científica e tecnológica'
- Disse que a agência desenhou um plano para incorporar agentes de IA à defesa cibernética, capazes de reagir na velocidade das máquinas
- Defendeu tornar a segurança cibernética '10 vezes mais urgente'
No Reino Unido, a diretora do GCHQ, o serviço de inteligência de sinais britânico, alertou que o país e seus aliados têm uma "janela que se estreita" para se manter à frente das ameaças tecnológicas de Rússia e China. Em sua primeira palestra anual, em Bletchley Park, Anne Keast-Butler acusou Moscou de "intensificar a atividade híbrida diária" contra infraestrutura crítica e processos democráticos, e classificou a China como "uma superpotência científica e tecnológica".
Keast-Butler disse que a agência desenhou, nos últimos meses, o projeto de uma nova capacidade nacional de defesa cibernética para incorporar agentes de IA de ponta, capazes de reagir na velocidade das máquinas. Defendeu ainda tornar a segurança cibernética "10 vezes mais urgente", afirmando que todos têm um papel na segurança nacional, "das salas de reunião às salas de estar".
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