A ativista antiaborto Joanna Howe admitiu ter utilizado imagens de filhotes de petauro-do-açúcar em suas publicações, apresentando-os erroneamente como fetos humanos. As imagens, que ela havia batizado de Ruth e Emma, foram amplamente divulgadas em suas redes sociais como parte de sua campanha. Após a identificação da origem real das fotos, Howe alegou ter sido vítima de um golpe ao receber o material por e-mail, mas minimizou o erro, afirmando que a falha não altera a relevância de sua causa. O incidente gerou questionamentos sobre a veracidade dos materiais utilizados em campanhas de ativismo, levantando debates sobre a checagem de fatos e a integridade das informações disseminadas por grupos que defendem pautas morais e políticas sensíveis.
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