A Islândia se prepara para um referendo decisivo que definirá o futuro das negociações de adesão à União Europeia. A ministra das Relações Exteriores, Þorgerður Katrín Gunnarsdóttir, manifestou preocupação com a possibilidade de campanhas de desinformação e táticas de medo, comparando o cenário atual ao que precedeu o Brexit no Reino Unido. O governo islandês teme que o uso de inteligência artificial possa ser empregado para influenciar indevidamente o eleitorado, tornando o pleito um alvo de atenção internacional. O resultado do referendo é visto como um marco geopolítico fundamental para o país, atraindo o monitoramento atento de potências globais, incluindo os Estados Unidos e a Rússia, além da própria União Europeia, que observam como a nação nórdica conduzirá sua integração ao bloco.
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