Trump diz que Acordos de Abraham deveriam ser 'obrigatórios' para encerrar guerra com o Irã
Tehran diz que assinatura de acordo com os EUA não é 'iminente', apesar de entendimento sobre boa parte das questões.
Pontos principais
- Trump postou que seria 'obrigatório' que seis países assinassem 'simultaneamente' os Acordos de Abraham
- Países citados: Arábia Saudita, Catar, Paquistão, Turquia, Egito e Jordânia
- Fim da guerra depende de memorando EUA-Irã: cessar-fogo de 60 dias, reabertura do Estreito de Ormuz e negociação nuclear
- Chanceler iraniano Esmail Baqai disse que a assinatura não era 'iminente'
- Secretário de Estado Marco Rubio afirmou que o memorando podia sair 'hoje'
O presidente Donald Trump postou que deveria ser 'obrigatório' que Arábia Saudita, Catar, Paquistão, Turquia, Egito e Jordânia assinassem 'simultaneamente' os Acordos de Abraham, os tratados de normalização de relações com Israel, como parte do esforço para encerrar a guerra com o Irã. O desfecho do conflito, porém, depende de outro documento: um memorando entre Estados Unidos e Irã que prevê extensão de 60 dias do cessar-fogo, a reabertura do Estreito de Ormuz e novas negociações sobre o programa nuclear iraniano.
O porta-voz da chancelaria iraniana, Esmail Baqai, disse que os dois lados já se entenderam sobre boa parte das questões, mas que a assinatura do acordo não era 'iminente'. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, foi mais otimista e afirmou que o memorando podia sair 'hoje'.
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