A Human Archive captou US$ 8,2 milhões para treinar robôs com vídeos de trabalhadores indianos usando bonés com câmeras.
Fundada por pesquisadores de Berkeley e Stanford, a startup Human Archive está utilizando a força de trabalho da gig economy na Índia para preencher uma lacuna crítica no desenvolvimento de inteligência artificial: a escassez de dados físicos. A empresa recruta trabalhadores locais para utilizar bonés equipados com câmeras e sensores, que capturam interações humanas e movimentos no mundo real. Esses dados são fundamentais para treinar robôs, permitindo que as máquinas compreendam melhor o ambiente físico e executem tarefas com maior precisão. Recentemente, a startup captou US$ 8,2 milhões em uma rodada de financiamento que contou com a participação da aceleradora Y Combinator. O investimento reforça o interesse do mercado de venture capital em soluções de IA voltadas para a automação física, utilizando a infraestrutura de serviços sob demanda para escalar a coleta de informações em larga escala.
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