Manifestantes na Índia intensificaram protestos contra a produção de substâncias perfluoroalquiladas (PFAS), conhecidas como 'produtos químicos eternos', após a reativação de uma fábrica anteriormente operada pela empresa italiana Miteni. A unidade, que foi fechada em 2018 devido a um escândalo de contaminação ambiental na Itália, foi comprada e parcialmente reconstruída pela indiana Laxmi Organic Industries. A reativação da planta reacendeu preocupações sobre os impactos dessas substâncias na saúde pública e no meio ambiente, levando o tema ao parlamento indiano.
A relevância do caso reside na persistência dos PFAS no ecossistema e em seus efeitos nocivos à saúde humana, como o aumento do risco de câncer. A falta de regulamentações específicas na Índia para o controle desses compostos químicos tem gerado pressão popular por leis mais rígidas, visando evitar que a história de contaminação observada na Europa se repita em território indiano.
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