Morre aos 95 anos o lendário saxofonista de jazz Sonny Rollins
O icônico músico, conhecido como o "colosso do saxofone" e expoente do bebop, faleceu aos 95 anos, deixando um legado fundamental para o jazz.
Pontos principais
- Sonny Rollins faleceu aos 95 anos, com a notícia confirmada nesta segunda-feira.
- O músico era amplamente reconhecido como um dos maiores saxofonistas da história do jazz.
- Ficou mundialmente conhecido pelo álbum 'Saxophone Colossus' (1956) e por praticar na Williamsburg Bridge em 1959.
- Sua carreira profissional estendeu-se por várias décadas, influenciando gerações de músicos.
- Colaborou com gigantes do gênero, incluindo Miles Davis, Thelonious Monk e John Coltrane.
O mundo da música perdeu um de seus maiores ícones com o falecimento de Sonny Rollins, aos 95 anos. Amplamente reverenciado como o "colosso do saxofone", Rollins foi uma figura central na evolução do jazz e um dos últimos grandes expoentes da era bebop. A notícia de sua morte, confirmada oficialmente nesta segunda-feira, marca o encerramento de um capítulo fundamental na história da música, após uma carreira que se estendeu por várias décadas e moldou o gênero de forma definitiva.
Famoso por sua busca constante pela perfeição técnica e criativa, o músico ganhou notoriedade em 1959 ao praticar saxofone isoladamente na Williamsburg Bridge, em Nova York. Sua trajetória, marcada pelo lançamento do influente álbum 'Saxophone Colossus' em 1956 e por parcerias históricas com lendas como Miles Davis e John Coltrane, consolidou seu status como um mestre da improvisação. O legado de Rollins, que impactou gerações de artistas, continuará a servir como uma referência essencial para o jazz mundial.
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