Investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro revelaram que o Comando Vermelho enviou integrantes para a Ucrânia com o objetivo de obter treinamento militar especializado. A estratégia da facção envolve o recrutamento de membros sem antecedentes criminais, o que permite maior facilidade em deslocamentos internacionais e evita o monitoramento das autoridades. Pelo menos dois suspeitos já retornaram ao Brasil após passarem um ano no conflito europeu, mantendo comunicação constante com a liderança da facção durante o período.
O foco principal do intercâmbio criminoso é o domínio da operação de drones, tecnologia que a organização pretende utilizar para otimizar a logística de armas e munições entre comunidades cariocas. Ao adotar rotas aéreas, o grupo busca contornar o monitoramento terrestre realizado pelas forças de segurança. A prática indica uma sofisticação nas táticas de guerrilha urbana adotadas pelo crime organizado no Brasil, utilizando experiências de conflitos internacionais para fortalecer suas operações locais.
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