A OTAN intensificou suas atividades de defesa com exercícios militares focados na proteção da Suécia, avaliando a resiliência da aliança diante de diferentes níveis de suporte dos Estados Unidos. O treinamento conta com a participação estratégica da Ucrânia, que contribui com lições sobre o uso tático de drones. Paralelamente, a Ucrânia negocia com o Pentágono um acordo para realizar testes de suas tecnologias de drones em instalações americanas. Esta colaboração, estruturada por meio de uma declaração de intenções, é vista como um passo inicial para um pacto de defesa mais abrangente entre as nações. As movimentações reforçam o compromisso contínuo do governo de Donald Trump com a capacidade tecnológica e militar ucraniana, visando fortalecer a segurança do flanco oriental europeu em um cenário geopolítico de alta instabilidade.
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