Bangladesh enfrenta o seu pior surto de sarampo das últimas décadas, com um saldo trágico de 512 mortes confirmadas. A crise sanitária afeta majoritariamente crianças entre seis meses e cinco anos de idade, um grupo vulnerável cujas lacunas na imunização foram agravadas pela instabilidade política que o país atravessou ao longo de 2024. Em resposta, o governo lançou uma campanha de vacinação em larga escala que já imunizou 18 milhões de crianças, enquanto o sistema de saúde na capital, Daca, luta contra a superlotação e a falta de leitos de terapia intensiva. Embora a situação em Bangladesh seja crítica, o Brasil permanece com o status de país livre da circulação endêmica do sarampo, registrando apenas casos isolados importados, o que reforça a importância da manutenção das coberturas vacinais para evitar a reintrodução da doença.
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