O mercado global de AgeTechs atravessa um momento de transição, buscando expandir seu escopo para além da atenção à fragilidade e aos cuidados médicos. Enquanto países como a Alemanha focam em dependência, os Estados Unidos apresentam um ecossistema mais diversificado, embora o Brasil ainda enfrente desafios estruturais. A ausência de um sistema de seguro robusto no país limita a inovação, confinando muitas startups ao setor de saúde e medicamentos, o que ignora uma demanda crescente por soluções em finanças, convivência e participação produtiva. A relevância dessa mudança reside na necessidade de tratar o envelhecimento como um processo contínuo de vida, e não apenas como uma condição de dependência. Iniciativas como o Silver Hub têm sido fundamentais para conectar empreendedores a investimentos, impulsionando um novo ciclo de inovação que prioriza a longevidade ativa e o bem-estar integral da população idosa.
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