O líder da oposição cambojana, Kem Sokha, foi beneficiado por um perdão real que anula sua condenação de 27 anos por traição. A decisão, oficializada por um decreto assinado pelo chefe de estado interino Hun Sen, encerra um longo período de restrições impostas ao político, que estava sob vigilância e impedido de exercer atividades públicas. O caso contra Sokha era frequentemente citado por organizações internacionais como um exemplo de perseguição política destinada a silenciar dissidentes. A concessão do perdão, anunciada por Hun Sen em redes sociais, marca uma alteração relevante na dinâmica política interna do país. Embora a medida sinalize um possível arrefecimento nas tensões entre o governo e a oposição, o impacto a longo prazo sobre a liberdade democrática no Camboja permanece incerto após décadas de controle político centralizado.
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