Banco vê energia pressionando o consumo; resposta dos bancos centrais começa a divergir, com Fed mais duro sob Kevin Warsh.
O banco HSBC elevou em US$15 sua projeção para o preço médio do barril em 2026, para US$95, advertindo que o choque de oferta já contaminou os preços ao consumidor: entre fevereiro e abril, a energia respondeu por mais de um ponto percentual da inflação nas maiores economias dos EUA e da zona do euro, e por até 3,9 pontos na Tailândia.
A resposta dos bancos centrais começa a divergir. O HSBC projeta que o Banco Central Europeu suba os juros três vezes seguidas, de junho a setembro, com Reino Unido e Japão na mesma direção. Nos Estados Unidos, o mercado aposta que o Federal Reserve, sob o novo presidente Kevin Warsh, abandone já em junho qualquer sinalização de corte de juros.
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