Às vésperas das eleições nacionais marcadas para 7 de junho, a Armênia intensifica esforços para se posicionar como um ponto estratégico de conexão comercial entre o Oriente e o Ocidente. O país busca integrar o chamado 'corredor do meio', uma rota alternativa que visa contornar os caminhos tradicionais controlados pela Rússia e o tráfego pelo Canal de Suez, conectando a China diretamente à Europa. A viabilidade desse projeto, contudo, depende da resolução definitiva do conflito territorial com o Azerbaijão, que atualmente mantém o país em um estado de isolamento físico. A nação enfrenta um cenário geopolítico complexo, equilibrando-se entre as esferas de influência da Rússia, dos Estados Unidos, da Turquia e da União Europeia, enquanto tenta transformar sua localização geográfica em um ativo econômico para garantir estabilidade e desenvolvimento a longo prazo.
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