Durante a 6ª edição da Teia Nacional dos Pontos de Cultura, em Aracruz, a ministra Margareth Menezes defendeu o investimento no setor como um mecanismo fundamental de emancipação social e justiça climática. A gestão destacou a descentralização dos recursos, impulsionada por legislações como a Lei Paulo Gustavo e a Lei Aldir Blanc, que permitiram a expansão da rede de 4 mil para 16 mil pontos em todo o país. Além do crescimento estrutural, o governo formalizou o início do Plano Nacional das Culturas Indígenas e assinou um decreto para profissionalizar mestres e mestras das culturas tradicionais. A iniciativa busca integrar saberes ancestrais às políticas públicas, enquanto o país amplia sua presença cultural no exterior com a abertura de um ponto de cultura em Xangai, na China.
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