O mercado de personal organizer tem se consolidado no Brasil como uma alternativa de empreendedorismo lucrativa, com profissionais alcançando faturamentos de até R$ 20 mil mensais. O serviço, que foca na otimização de espaços e na criação de sistemas personalizados para a rotina dos clientes, ganhou tração significativa durante a pandemia, quando o maior tempo de permanência em casa elevou a busca por ambientes organizados. Atualmente, o público-alvo do setor expandiu-se para além da elite, atingindo a classe média interessada em produtividade e bem-estar. Embora a profissão não seja regulamentada, o sucesso no segmento depende de formação técnica e de uma gestão de negócio eficiente, permitindo que os profissionais diversifiquem suas fontes de receita por meio de mentorias, cursos e venda de produtos especializados.
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