Mais de R$ 3,7 bilhões arrecadados durante o processo de privatização da Eletrobras permanecem retidos em quatro fundos específicos sem movimentação significativa. O montante, que deveria ser aplicado em áreas estratégicas como saneamento básico e a revitalização de bacias hidrográficas, segue parado apesar da relevância social e ambiental dos projetos previstos. Além das obras de infraestrutura, parte desses recursos tinha como finalidade o financiamento de ações voltadas à redução dos custos de energia elétrica para a população. A ausência de execução desses investimentos tem gerado críticas e questionamentos por parte de especialistas e órgãos de controle sobre a eficiência na aplicação dos valores arrecadados com a desestatização da companhia. A estagnação dos fundos impede que benefícios prometidos à infraestrutura e ao setor elétrico alcancem a sociedade.
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