A Eneva, principal vencedora do leilão de capacidade realizado em março, iniciou um aporte de R$ 2,2 bilhões em seus projetos, mesmo diante da falta de homologação oficial pela Aneel. A empresa decidiu manter o cronograma de obras, que inclui a terraplanagem e a aquisição antecipada de turbinas, ignorando as contestações movidas pela Âmbar, pelo Ministério Público e por parlamentares como Danilo Forte. O leilão, responsável pela contratação de 19 GW, é visto pelo governo como uma medida estratégica para mitigar riscos de blecautes no país. Segundo a Eneva, a continuidade dos investimentos é fundamental, uma vez que o sistema elétrico brasileiro demandará uma expansão de 40 GW de capacidade até 2035 para assegurar a estabilidade do fornecimento de energia a longo prazo.
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