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DNA identifica restos mortais de exploradores da Expedição Franklin

Pesquisadores utilizaram testes de DNA para identificar membros da histórica expedição polar desaparecida no Ártico há quase dois séculos.

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24/05 às 18:32

Pontos principais

  • A Expedição Franklin partiu em 1845 com o objetivo de localizar a Passagem do Noroeste.
  • Todos os 129 tripulantes desapareceram após seus navios ficarem presos no gelo do Ártico canadense.
  • Novas técnicas de análise genética permitiram a identificação de restos mortais encontrados em expedições anteriores.
  • A descoberta oferece um desfecho histórico para um dos maiores mistérios da exploração polar do século XIX.

Cientistas conseguiram identificar restos mortais de membros da fatídica Expedição Franklin, que desapareceu no Ártico canadense após partir em 1845 em busca da Passagem do Noroeste. O uso de técnicas avançadas de análise de DNA permitiu confirmar a identidade de exploradores cujos corpos foram localizados em escavações anteriores, fornecendo respostas cruciais sobre o destino dos 129 tripulantes que pereceram após seus navios ficarem presos no gelo. Esta descoberta representa um marco significativo para a arqueologia polar, oferecendo um fechamento histórico para um dos episódios mais enigmáticos da exploração marítima. Além de esclarecer o destino individual dos exploradores, os dados obtidos ajudam pesquisadores a compreender melhor as condições extremas enfrentadas pela tripulação durante a tentativa de navegação pelas rotas árticas no século XIX.

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