Cientistas conseguiram identificar restos mortais de membros da fatídica Expedição Franklin, que desapareceu no Ártico canadense após partir em 1845 em busca da Passagem do Noroeste. O uso de técnicas avançadas de análise de DNA permitiu confirmar a identidade de exploradores cujos corpos foram localizados em escavações anteriores, fornecendo respostas cruciais sobre o destino dos 129 tripulantes que pereceram após seus navios ficarem presos no gelo. Esta descoberta representa um marco significativo para a arqueologia polar, oferecendo um fechamento histórico para um dos episódios mais enigmáticos da exploração marítima. Além de esclarecer o destino individual dos exploradores, os dados obtidos ajudam pesquisadores a compreender melhor as condições extremas enfrentadas pela tripulação durante a tentativa de navegação pelas rotas árticas no século XIX.
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