O presidente do Senegal, Bassirou Diomaye Faye, oficializou a demissão do primeiro-ministro Ousmane Sonko, encerrando meses de especulações sobre a fragilidade da aliança entre os dois líderes. A decisão, motivada por divergências políticas profundas que vinham paralisando a agenda governamental, marca um ponto de inflexão na administração senegalesa. O afastamento de Sonko ocorre em um momento de crescente instabilidade política, levantando incertezas sobre os próximos passos do governo e a coesão da base aliada. A medida é vista como uma tentativa de Faye de consolidar o poder e retomar o controle da gestão pública, após um período marcado por tensões internas que dificultavam a implementação de políticas estratégicas para o país.
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