Miami consolidou-se como a principal exceção entre as cidades-sede da Copa do Mundo nos Estados Unidos, exibindo um cenário de otimismo econômico que destoa do desempenho mais contido em outras regiões do país. A cidade, que recentemente sediou eventos de grande porte como a Fórmula 1 e o World Baseball Classic, aproveita sua forte conexão cultural com a América Latina para impulsionar a demanda por hotéis e aluguéis de curta temporada. Mesmo com os preços dos ingressos atingindo patamares elevados, a expectativa é de um fluxo intenso de visitantes. Para mitigar os desafios impostos pelo cenário macroeconômico, incluindo a política migratória do governo Trump e a volatilidade nos preços globais do petróleo, a prefeitura tem investido em Fan Fests gratuitas, garantindo que o impacto econômico do torneio alcance um público mais amplo além dos estádios.
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