Em um cenário marcado pela hiperconectividade, marcas têm buscado nas experiências presenciais um ativo estratégico para a fidelização de clientes. Segundo Hugo Mendes, sócio da WeMake, a transição para o modelo de economia da experiência visa criar conexões emocionais profundas, utilizando a cenografia para construir ambientes imersivos que reforçam o senso de pertencimento. Essa abordagem é potencializada pelo conceito phygital, que une a interação física à infraestrutura digital para maximizar o alcance e a retenção do público. Além disso, a adoção de inteligência artificial durante essas ativações permite que empresas monitorem reações em tempo real, transformando dados em insights sobre o comportamento do consumidor. Ao investir em eventos como festivais e competições esportivas, as marcas conseguem se posicionar de forma mais autêntica, diferenciando-se em um mercado cada vez mais saturado por interações puramente virtuais.
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