Documentos judiciais revelam que invasores tiveram acesso a e-mails do Departamento do Tesouro americano por três meses durante o ataque de 2020.

Novos documentos judiciais obtidos via Lei de Liberdade de Informação (FOIA) confirmam que os hackers responsáveis pela invasão da SolarWinds mantiveram acesso a e-mails do Departamento do Tesouro dos EUA por um período de três meses em 2020. A brecha, que se estendeu de julho a outubro daquele ano, permitiu que agentes ligados à inteligência russa monitorassem comunicações sensíveis dentro do domínio 'treasury.gov'. Este episódio é amplamente reconhecido como um dos ataques cibernéticos mais significativos contra a infraestrutura governamental americana. A revelação, que surge seis anos após a violação original, sublinha a profundidade do comprometimento dos sistemas federais e a persistência das ameaças cibernéticas de Estado contra órgãos estratégicos dos Estados Unidos.
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