O governo de Eswatini enfrenta uma batalha jurídica após advogados locais questionarem a legalidade de um acordo firmado com a administração do presidente Donald Trump. O pacto prevê que o reino africano receba migrantes deportados de terceiros países, tornando-se um dos primeiros a integrar o plano de imigração do governo americano. A contestação judicial ocorre em paralelo a denúncias de migrantes detidos no país, que relatam condições de confinamento inadequadas e precárias. A situação coloca em xeque a cooperação diplomática entre Eswatini e os Estados Unidos, levantando questionamentos sobre a proteção aos direitos humanos e a transparência dos procedimentos de deportação adotados pela gestão Trump. Organizações internacionais monitoram o caso, que pode estabelecer um precedente para outros acordos similares em negociação no continente africano.
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