Santander recomenda diversificação internacional para investidores
CIO do Santander Private Banking aponta a dolarização gradual e a diversificação geográfica como estratégias essenciais para reduzir riscos.
Pontos principais
- A diversificação internacional é indicada para mitigar riscos de concentração geográfica no portfólio.
- O mercado dos EUA é destacado pela amplitude de ativos disponíveis em comparação ao Brasil.
- Especialistas recomendam a dolarização gradual do patrimônio, evitando a tentativa de prever o melhor momento de entrada.
- O uso de estruturas como fundos exclusivos e contas offshore é sugerido para otimizar a eficiência tributária e a gestão.
Christiano Clemente, CIO do Santander Private Banking, reforçou a importância da diversificação internacional como pilar estratégico para investidores de alta renda. Segundo o executivo, a exposição a mercados globais, especialmente o norte-americano, permite um acesso a um universo de ativos mais amplo e diversificado do que o disponível localmente. A recomendação central é que a dolarização do patrimônio ocorra de forma planejada e gradual, evitando os riscos associados à tentativa de acertar o timing do mercado. Além disso, o banco alerta para a necessidade de evitar a concentração excessiva em setores específicos, como o de tecnologia, ao investir no exterior. Para facilitar esse processo, o Santander sugere a utilização de estruturas profissionais, como fundos exclusivos e contas offshore, que oferecem maior eficiência tributária e suporte especializado para a gestão de ativos globais.
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