Lionel Messi consolidou sua posição como o segundo bilionário da história do futebol, seguindo os passos de Cristiano Ronaldo. O marco financeiro foi alcançado através de uma estratégia de diversificação que vai além dos gramados, integrando salários expressivos, acordos de compartilhamento de receita e uma carteira robusta de investimentos. Sua transferência para o Inter Miami, nos Estados Unidos, foi um divisor de águas, ao incluir cláusulas inovadoras como participação acionária na equipe e uma fatia das receitas de streaming da Apple, modelo que redefiniu os padrões de remuneração no esporte.
Além dos ganhos diretos com o futebol, o patrimônio de Messi é sustentado por investimentos em setores como o imobiliário, bebidas esportivas e redes de restaurantes. Sob a gestão de seu pai, Jorge Messi, e uma equipe de especialistas, o atleta transformou sua imagem global em um ecossistema de negócios, garantindo sustentabilidade financeira a longo prazo após o encerramento de sua carreira profissional.
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