Assessores ligados ao governo do presidente Donald Trump articularam uma estratégia para desqualificar as máquinas de votação da Dominion Voting Systems em grande parte dos estados americanos. Liderada pelo assessor Kurt Olsen, a iniciativa pretendia classificar os componentes dos equipamentos como riscos à segurança nacional, forçando a transição para um sistema de contagem manual de cédulas de papel. O plano, contudo, não avançou devido à ausência de provas técnicas que sustentassem as alegações de vulnerabilidade.
A tentativa integra um esforço mais amplo da administração para ampliar o controle federal sobre processos eleitorais estaduais e locais. Especialistas em segurança cibernética criticaram a proposta, argumentando que a mudança para a contagem manual poderia comprometer a integridade do pleito, aumentando a margem para erros humanos e fraudes. Em resposta, a Casa Branca refutou as acusações, caracterizando os relatos como vazamentos seletivos e desinformação.
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