O ex-auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto, detido desde agosto de 2025, protocolou uma petição junto ao Poder Judiciário acusando o Ministério Público de conduta irregular. Segundo o investigado, promotores teriam utilizado táticas enganosas durante as negociações de sua delação premiada para obter provas relacionadas a um esquema de fraudes de ICMS. O caso, que ganhou repercussão por envolver supostos pagamentos de propinas por parte de grandes redes varejistas, como Ultrafarma e Fast Shop, coloca em xeque a validade dos elementos probatórios colhidos pela acusação. A contestação apresentada pela defesa busca invalidar as provas obtidas sob o argumento de que o processo de colaboração foi viciado. O Judiciário agora analisa as alegações do ex-auditor para determinar se houve abuso de autoridade ou se os procedimentos adotados pelo órgão ministerial permanecem dentro da legalidade.
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