O Departamento de Justiça dos Estados Unidos formalizou o indiciamento de Raúl Castro e de cinco pilotos de caça pelo abate de dois aviões civis de exilados cubanos em 1996. O episódio, que resultou em acusações de homicídio, reacendeu tensões históricas e diplomáticas entre Washington e Havana. Em resposta, o governo cubano organizou uma manifestação massiva em frente à embaixada dos EUA em Havana, com a presença do presidente Miguel Díaz-Canel e do primeiro-ministro Manuel Marrero, para repudiar o que classificaram como acusações espúrias e uma manobra política para justificar uma eventual invasão ou a queda do regime. Raúl Castro, de 94 anos, não esteve presente no ato.
O caso reflete a postura mais rígida adotada pela administração do presidente Donald Trump em relação a Cuba, complicando ainda mais o cenário diplomático entre as nações. Enquanto o governo cubano sustenta que o indiciamento é uma estratégia de desestabilização, o movimento judicial gerou reações divergentes dentro da própria comunidade de cubano-americanos, evidenciando a polarização sobre como lidar com o legado do regime de Havana. A situação permanece sob monitoramento, dado o potencial de escalada nas relações bilaterais após a formalização das acusações criminais.
InfoMoney • 22 mai, 09:24
BBC World • 21 mai, 17:52
ABC News US World • 22 mai, 03:50
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