O acúmulo de espuma nas praias da Grã-Bretanha, frequentemente observado durante a primavera, tem gerado preocupações entre banhistas que confundem o fenômeno com sinais de poluição ou despejo de esgoto. No entanto, especialistas esclarecem que se trata de um evento natural inofensivo. A formação ocorre devido à decomposição de algas da espécie Phaeocystis, que liberam material orgânico com propriedades surfactantes. Essas substâncias reduzem a tensão superficial da água, permitindo que a agitação das ondas crie grandes volumes de espuma branca. O processo é considerado uma parte essencial e saudável do ciclo da cadeia alimentar marinha, não representando riscos à saúde pública ou ao ecossistema local. A clareza sobre a origem biológica do fenômeno é fundamental para evitar alarmes desnecessários sobre a qualidade das águas costeiras britânicas nesta época do ano.
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