Ao contratar um financiamento, consumidores devem priorizar a análise do Custo Efetivo Total (CET) em vez de focar apenas na taxa de juros nominal ou no valor das parcelas. O CET é o indicador mais preciso para medir o custo real de uma operação de crédito, pois engloba encargos adicionais como tarifas administrativas, seguros e impostos, como o IOF. Muitas vezes, propostas com parcelas mensais baixas escondem prazos de pagamento excessivamente longos, o que pode elevar o custo total da dívida para até três vezes o montante original. É fundamental que o cliente solicite a memória de cálculo e mantenha a documentação organizada. Caso identifique práticas abusivas ou a venda casada de serviços, o consumidor pode recorrer a órgãos como o Procon, o Banco Central ou buscar auxílio judicial para garantir seus direitos.
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