O governo da China deu início ao julgamento de Wei Huairen e outros membros de seu sindicato criminoso, acusados de uma série de delitos graves, incluindo fraude, homicídio e extorsão. O grupo, que operava na região de Kokang, em Mianmar, desde 2019, utilizava influência política e militar local para facilitar suas atividades ilícitas. O caso representa um desdobramento significativo da ofensiva de Pequim contra redes de golpes transfronteiriços que afetam a segurança regional. A ação judicial demonstra a crescente pressão e a cooperação forçada exercida pela China sobre organizações criminosas que operam além de suas fronteiras, visando desmantelar estruturas que utilizam o território de países vizinhos para realizar operações ilegais contra cidadãos chineses e estrangeiros.
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