A Azul anunciou a emissão de 6,9 milhões de bônus adicionais como forma de reparar uma falha na distribuição de direitos de preferência, ocorrida durante o processo de recuperação judicial da companhia. A medida é essencial para assegurar que parceiros estratégicos, incluindo as companhias aéreas American Airlines e United Airlines, recebam os títulos prometidos originalmente. A emissão total, dividida em três séries, soma mais de 6,9 trilhões de bônus, representando cerca de 1,89% do capital social da empresa. A negociação desses ativos na bolsa brasileira tem início previsto para 27 de maio de 2026. Devido ao recente grupamento de ações realizado pela aérea, os investidores precisarão acumular 150 mil bônus para adquirir uma única ação da companhia, refletindo o ajuste na estrutura de capital da empresa diante dos desafios financeiros enfrentados.
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