Durante uma interação com a imprensa, o presidente Donald Trump afirmou, em tom de brincadeira, que poderia assumir o cargo de primeiro-ministro de Israel e que contaria com 99% de aprovação popular no país. Embora a declaração tenha gerado repercussão, especialistas apontam que a proposta é juridicamente impossível, uma vez que o mandatário americano não possui cidadania israelense nem é membro do Knesset, o parlamento do país. O comentário ocorreu em um momento de intensas tensões diplomáticas e militares envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irã. Ao comentar a relação com o atual premiê israelense, Benjamin Netanyahu, Trump elogiou o aliado, mas enfatizou que o governo de Israel seguirá as orientações determinadas por sua administração. A fala reflete o estilo retórico do presidente e a proximidade estratégica entre as duas nações no atual cenário geopolítico.
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