Suspeitos de envolvimento no maior furto virtual da história do Brasil foram colocados em liberdade provisória pelas autoridades espanholas. A decisão foi motivada pela falha do governo brasileiro em cumprir o prazo legal para a formalização do pedido de extradição, que expirou em 5 de janeiro de 2026. Os indivíduos, que estavam detidos no país europeu, foram soltos no dia 16 de janeiro. O caso é considerado um dos maiores desafios de segurança cibernética enfrentados pelo país, com prejuízos estimados em R$ 800 milhões. A perda do prazo processual levanta questionamentos sobre a cooperação jurídica internacional e a celeridade do Estado brasileiro em casos de crimes financeiros de alta complexidade, permitindo que os acusados aguardem o desenrolar das investigações em liberdade.
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