A morte de Carmen Teresa Navas, de 82 anos, tornou-se um símbolo da crise humanitária e política na Venezuela. A idosa faleceu pouco tempo depois de descobrir que seu filho, Víctor Hugo Quero Navas, havia morrido enquanto estava sob custódia do Estado. Víctor, que estava detido desde janeiro de 2025, teve seu falecimento comunicado à família apenas em maio de 2026, quando foram informados sobre o sepultamento. O caso provocou uma onda de protestos em Caracas, com cidadãos e grupos de direitos humanos exigindo esclarecimentos sobre o tratamento dispensado aos detentos. Enquanto o governo venezuelano sustenta que não há presos políticos e atribui o óbito de Víctor a causas naturais, ativistas denunciam a continuidade de detenções arbitrárias e a falta de transparência sobre o destino de centenas de pessoas mantidas pelo regime.
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