O governador do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, ressaltou que o impacto da inteligência artificial no crescimento econômico será gradual. Segundo o dirigente, a transição tecnológica exige um período de adaptação tanto das empresas quanto da força de trabalho, o que pode resultar em uma desaceleração temporária da produtividade antes que os ganhos de eficiência sejam consolidados. A análise do Banco da Inglaterra indica que, embora a inovação seja um motor de transformação, a integração plena dessas ferramentas nos processos produtivos é um processo complexo. O banco central britânico segue monitorando de perto como o avanço da IA influenciará as projeções macroeconômicas de longo prazo, mantendo cautela sobre a rapidez com que essas tecnologias podem impulsionar o PIB e a economia real.
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