O longa Hell Grind foi produzido em duas semanas com custo de 500 mil dólares, marcando um novo patamar para o uso de IA no cinema.

A startup Higgsfield AI apresentou no Festival de Cannes o longa-metragem Hell Grind, uma obra de 95 minutos produzida inteiramente por meio de inteligência artificial. O projeto, que custou 500 mil dólares — com 400 mil dólares alocados especificamente para o uso de tecnologias de IA —, foi finalizado em um período de apenas duas semanas. A rapidez e o custo reduzido da produção destacam o potencial disruptivo das ferramentas generativas para o setor audiovisual.
A exibição da obra em um evento de prestígio como Cannes coloca em evidência as transformações técnicas e éticas que a IA impõe à indústria do entretenimento. Enquanto a tecnologia permite acelerar fluxos de trabalho e democratizar a criação de conteúdo, o caso levanta questionamentos sobre o papel dos profissionais humanos e os limites da criatividade automatizada no cinema contemporâneo.
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