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Fundos de pensão não possuem exposição ao Banco Master, diz ministro

O ministro Wolney Queiroz afirmou que entidades de previdência complementar estão protegidas e não possuem investimentos no Banco Master.

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Foto: Times Brasil
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20/05 às 21:34

Pontos principais

  • O governo federal assegurou que o patrimônio de R$ 1,4 trilhão dos fundos de pensão está preservado de riscos ligados ao Banco Master.
  • Irregularidades previdenciárias identificadas pelo ministério concentram-se em regimes próprios de servidores municipais e estaduais.
  • A Força-Tarefa Previdenciária realizou 63 operações conjuntas desde 2024, resultando em uma economia de R$ 350 milhões.
  • O Ministério da Previdência Social intensificou auditorias para combater fraudes e recuperar a credibilidade do setor.

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, declarou que os fundos de pensão brasileiros não possuem exposição financeira ao Banco Master. Segundo o governo, o patrimônio das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, que totaliza R$ 1,4 trilhão, permanece protegido por rigorosos mecanismos de fiscalização. O ministro esclareceu que as irregularidades detectadas pela pasta estão concentradas em Regimes Próprios de Previdência Social de servidores estaduais e municipais, e não no sistema de previdência complementar. Desde 2024, auditorias do ministério têm subsidiado operações da Polícia Federal, resultando em 63 ações da Força-Tarefa Previdenciária e uma economia de R$ 350 milhões aos cofres públicos. A medida busca fortalecer a governança do setor após a crise envolvendo descontos indevidos no INSS, que exigiu a devolução de R$ 3 bilhões aos segurados.

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